quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

10:01 am - 02/14/2013


I’m missing you so much. Dammit, why the fuck don’t you come to me as soon as possible?
My heart is beating faster day by day, and I feel like there was a such big hole in my soul, and also it’s been killing me because the pain seems to be stronger than I could keep it away from me.
Every single day you are with me, even it’s not personally, but in my mind, in every thought that passes within my head.
I can’t forget the last night, when you talked to me on the phone, your voice was simply perfect, my hands were trembling , my heart almost stopped beating and I was speechless, didn’t know what to do, didn’t know what I should say.
Indeed, I didn’t even know if I could speak something. The way you spoke with me was so full of kindness, and my eyes were shining with every word. I just wanted you, wanted to feel you, but I couldn’t and I still can’t do so.
I don’t know what I’ll do when that day comes, but I’m still praying and asking God to make it happen, because I’m not that strong guy I used to be.

FUCK!

Nevermind, these words are just thoughts, you don’t need to care about anything.

Oh God, for who am I lying?

-Alexandre Barros-

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A prole do purgatório.



E lá estava ele com o sorriso estampado no rosto, e não era um sorriso comum, mas aquele sorriso maléfico repuxando apenas o canto direito de seus lábios cheios de sangue que escorria pelo seu maxilar. Seu olhar era óbvio, estava mais do que claro que o que havia nos seus olhos era raiva, o sabor da vingança e o desejo de mais sangue. Seus cabelos negros e escorridos caíam parcialmente sobre sua testa suada, enquanto o resto permanecia um tanto quanto atrapalhado, dando-lhe um ar ousado. Sua pele era de um branco acinzentado que se destacava numa fria madrugada de outono, chamando a atenção de qualquer um para seus olhos heterocrômicos, sendo o esquerdo tonificado de vermelho vivo e o direito repleto de um azul-esmeralda.
Ele observava duas pessoas caídas sobre poças de sangue no chão bem a sua frente, um homem com sua cabeça separada do seu corpo há uns dois metros de distância, a mulher estava logo ao seu lado, sua cabeça estava no lugar, no entanto seu abdome estava completamente rasgado, suas vísceras haviam sido devoradas por aquela estranha criatura.
Ele virou-se para o garoto que restava, um garoto magro com seu cabelos loiros imundos, que estava bem atrás dele, amarrado e amordaçado, tinha uns treze anos e estava completamente apavorado com toda aquela cena assustadora. Em seguida dirigiu-se até a criança e arrancou a mordaça, permitindo que o menino soltasse um último grito com o resto de sua força:
- SOCORRO!!!! -O desespero era notável em sua voz-.
A criatura gargalhou de forma macabra e estridente. O medo da criança alimentava sua sede por mais crueldade e malevolência.
O garoto insistiu:
- Socorro!!!!!!!!!!!! –mas a voz não saía mais com tanta eficácia-.
Então a criatura soltou suas primeiras palavras:
- Cale-se. Ninguém te ouvirá no meio do nada, não há uma alma penada aqui além de nós... ou devo dizer, você, já que a minha alma se perdeu há algum tempo.
-Por favor, solte-me, eu lhe imploro, solte-me.
-Por que eu deveria? –gargalhou novamente- Talvez seja mais fácil o homem sem cabeça levantar ali do chão e vir te salvar do que surgir um pingo de compaixão da minha parte. – O sarcasmo predominava sua voz-
 -O que você é?
Ele se encurvou até o garoto, olhou diretamente nos olhos, envergou sua cabeça para o lado e disse:
-Você pode escolher. Eu sou aquele que pode transformar seu destino, ou posso ser o seu pior pesadelo.
O arrepio percorreu cada canto da espinha daquele garoto.
-Por que você fez aquilo com meus pais? Me solte, por favor. Eu não quero morrer.
-Você não vai morrer, criança estúpida –disse-lhe agressivamente-. A menos que não se comporte. Tenho grandes planos para você.
-Quem é você? O que é você? –A criança colocou-se a chorar desesperadamente, debatendo-se. A corda apertava seus pulsos amarrados a suas costas, já estavam em carne viva de tanto que ele se repuxava pelo pavor que sentia na presença daquela criatura-.
-Shhh, shhh, shhh –fez a criatura, colocando seu dedo indicador sobre os lábios do menino, que sentiu a pele áspera e notou sua unha um tanto quanto comprida, quebrada e amarelada- ,pode me chamar de... Elliot, e eu vou contar-lhe minha história, ou até mesmo a sua.
Ele levantou e começou a caminhar de um lado para o outro, iniciando sua história:
-Digamos que seus pais tinham algo que me pertence. Mas, vamos começar do começo. Há cerca de dois séculos atrás, 1813 para ser exato, eu vivia como humano assim como vocês, mas eu gostava de sequestrar belas mulheres, com aqueles vestidos que mantinham seus seios erguidos e deliciosamente à mercê. Mulheres que se passavam por recatadas, mas não podiam ver um par de calças na sua frente. Não passavam de prostitutas imundas.Eu as levava para uma casa de madeira numa rua deserta, costumava amarrá-las à cama e rasgava suas roupas até estarem completamente nuas, proporcionando terror psicológico extremo. Eu não me satisfazia apenas por abusá-las sexualmente, eu gostava de sangue, terror, medo. Tudo isso me excitava.
Ele parou e olhou para o menino, que o observava incrédulo e transparecia o medo. A criatura gostava de tudo aquilo, era excitante para ele ver todo aquele terror, ele gostava de ser sádico e mau. Voltou a caminhar de um lado para o outro contando a história:
-Depois de alguns anos, o povo todo da cidade já sabia quem eu era, o que eu fazia. Então eu me escondi, mas eles me acharam,fui amarrado e amordaçado, assim como você –ele riu, cruelmente-, me levaram para um lugar no meio do nada e fizeram uma seita, disseram algumas palavra inapreensíveis, o lugar era repleto de vários símbolos, um mais estranho que o outro, várias tochas ao redor e homens que seguravam seus lampiões.Todos estavam vestidos com túnicas pretas e capuz. Então ao terminar o ritual, um buraco no final daquele morro se abriu, e eu fui jogado. E posso te dizer que aquele lugar não é nada bom para um marinheiro de primeira viagem.
O garoto assistia tudo aquilo assustado, o pânico inundava seu interior cada vez mais. Então ele disse:
-Que lugar era esse?
Elliot enrijeceu-se, pareceu severo e disse rispidamente:
-Purgatório, um lugar nada agradável, como já disse. Agora deixe-me continuar... Fui torturado milhares e milhares de vezes, fui estilhaçado, e sentia a dor mais insuportável que já sentira. Tudo o que eu desejava era a morte, mas eu já estava praticamente morto. Por lá eu encontrei não apenas outras almas, mas criaturas que ganharam vida muito antes de anjos e demônios, eles eram os leviatãs. As piores criaturas que já encontrei em todos os tempos, se você me acha cruel, espere até conhecê-los. Eu os observava torturar outras almas enquanto eu estava no meu “tempo livre”. De tanto sofrer você fica mais indolor, você começa a não se importar mais com a dor, eu comecei a absorver energia de todas as almas que já não se aguentavam mais, almas que assim como eu desejavam a morte. E por muito tempo eu passei acumulando mais energia dessas almas, até que um dia consegui escapar junto com algumas almas para fora por uma brecha aberta, em uma tentativa de seita. Tudo o que consegui foi encontrar esse corpo, esse rapaz tinha acabado de morrer. Até que dá para o gasto, no entanto tudo o que eu preciso é me alimentar de humanos, e isso é um tanto quanto divertido para mim. Então voltei a fazer o que eu mais gostava de fazer quando eu era um humano, sequestrar prostitutas. Advinha quem eu encontrei certa noite? –Ele sorriu, seus olhos estavam cheios de euforia pelo medo do garoto- A mulher ali no chão.
O menino não podia acreditar, sua mãe, uma prostituta? Isso era impossível, ela esteve com seu pai desde os tempos do colegial.
-Ela nunca foi tão inocente quanto você sempre achou – disse-lhe Elliot, que gostava de toda aquela cena-. Mas, eu não a matei, não me aproveitei... digamos que a contratei por uma noite. Meu objetivo? Eu precisava de uma prole. Você tem ideia do quanto uma prole de um ser que já esteve no purgatório e tem o poder de tantas almas pode se tornar poderosa?
O menino estava boquiaberto, ele não podia acreditar, agora tudo fazia sentido, seus pesadelos com aquele lugar horrível, o limbo todo em seus sonhos, o cara que ele sempre conversava nos sonhos, estava bem a sua frente. Seu verdadeiro pai, estava a sua frente e acabara de matar e se alimentar de sua mãe friamente, sem nenhuma pena enquanto ele assistia. Elliot disse-lhe:
- Eu sempre estive presente nos seus sonhos, todos esses treze anos passei me alimentando desses humanos estúpidos, que só fazem peso no mundo, enquanto esperava você chegar a idade certa. Eu conversava com você muitas vezes nos seus sonhos, eu estava te observando todo esse tempo, enquanto você dormia. Eu cuidei de você todo esse tempo para que você não sofresse nenhum acidente, porque eu preciso de você, FILHO. E agora chegou a hora, você precisa descobrir sua força, você precisa se tornar mais forte e se alimentar de todas aquelas almas, você passará por toda a dor que passei e então se tornará melhor que eu, e um dia juntaremos nossas forças e voltaremos para nos procriarmos mais, mais e mais, e não haverá quem nos derrote. –A excitação tomava conta da voz de Elliot-. Agora está na hora.
O garoto começou a chorar desesperadamente, se debatia e gritava por socorro, Elliot começou a dizer palavras estranhas, seus olhos se tornaram neon e seus cabelos esvoaçavam a ventania que surgira repentinamente, então um símbolo foi desenhado no chão com o sangue de seus pais e um buraco se abriu. Elliot disse:
- Esta é a hora, David, o grande dia chegou.
Elliot desamarrou o menino e o carregou em seus braços, que gritava freneticamente em busca de socorro.
-Não adianta gritar, agradeça-me pela oportunidade que estou te dando.
David deu uma última olhada para sua mãe que se estendia morta no chão e então entrou para dentro do abismo nos braços de Elliot. Onde seus pesadelos estavam prestes a se tornar realidade.

                       
                     Alexandre Barros, 15/12/2012

Destinos não traçados


Ele estava em seu quarto, deitado em sua cama e completamente largado, só se ouvia o barulho do ventilador e de seus pensamentos que ecoavam sem parar dentro de sua mente. O torpor inundava seu corpo, o peso na consciência era pior que qualquer coisa, Eduardo jamais se perdoaria por tamanha estupidez quando tomou tal decisão há quase um ano atrás, tal decisão que o assombrava todos os dias, até mesmo em sonhos.
Ele olhou rapidamente para o lado e teve a impressão de tê-la visto em pé ao lado da sua cama, mas ela não estava ali, ela era apenas um fantasma do passado que talvez lhe perdurasse em mente por todo o resto de sua vida. Já pensava ser impossível viver sem esse arrependimento.
O celular tocou, o toque era uma música que ouviu junto com sua ex-amada no primeiro dia em que ele a levou para conhecer sua casa: Wonderwall. Ele atendeu rapidamente, assustado, era sua namorada.
- Oi amor, como você está?
Eduardo balbuciou algo como que se tivesse acabado de acordar.
- Desculpa, não quis te acordar, está tudo bem mesmo?
- Claro, não se preocupe, Lena. Só peguei no sono.
- Pode vir em casa hoje? Assistiremos alguns filmes, baixei um seriado novo, que por sinal parece ser muito legal.
- Hoje é sexta, poderíamos fazer algo mais agitado, né?!
- É, mas tipo o quê?
- Sei lá, talvez pudéssemos ir à algum barzinho na Avenida Camões, você sabe que lá sempre tem algumas músicas ao vivo e é bem legal.
-Ah, ok... pode ser, – respondeu meio retraída – que horas você passa aqui?
-Às 20h!
-Ok. Te amo, amor. Se cuida.
-Beijos, até mais tarde.
Eduardo desligou o telefone e pensou até quando ele aguentaria lidar com essa situação, ele precisava se resolver, ele precisava de um jeito na sua vida. Mal conseguia responder “Eu também amo você”, rezava todos os dias para dar um jeito nisso tudo, teimando consigo mesmo que ele era o problema e que se ele não desistisse tão fácil, talvez tudo pudesse dar certo dessa vez. Pelo menos dessa.
Levantou-se da cama e foi direto ao banheiro deixando suas roupas jogadas pelo caminho, precisava de um banho porque logo mais se encontraria com Helena.
[...]
Chegando ao Bar, eles se sentaram em uma mesa na frente, bem ao lado do corredor entre as mesas, onde se localizava o palco com todos aqueles instrumentos. Pediram duas caipirinhas de pinga com muito gelo e açúcar. A banda logo subiu ao palco, agradecendo ao público e disseram que começariam com uma música muito especial a pedido de um cara que queria fazer uma surpresa para a namorada na entrega da aliança. Helena ficou tão excitada, achando aquilo tudo tão romântico.
A banda, conhecida como Milenium, começou sua apresentação cantando Wonderwall. Eduardo logo tentou disfarçar o certo incômodo dentro de si, tentando evitar transparecer a inquietação que só aumentava, completamente sem sucesso. Bebeu quase meio copo da caipirinha que o garçom acabara de servir à mesa, enquanto sua namorada observava tudo aquilo sem entender seu comportamento.
As luzes do bar foram diminuídas e somente um holofote iluminava o rapaz no final do corredor, que caminhava lentamente em direção ao palco e sorria, ao seu lado estava uma garota, mais certamente sua namorada, que aparentava estar um tanto quanto confusa com toda a cena. Eduardo mantinha-se de costas para tudo aquilo, enquanto Helena se espichava na cadeira tentando enxergar melhor tudo o que acontecia.
Quando o casal que caminhava pelo corredor chegou na mesa do outro lado do corredor, bem de frente com Eduardo e Helena, o rapaz puxou a cadeira para sua namorada se sentar, e em seguida ajoelhando-se, ofereceu uma caixinha pequena preta com detalhes em prata para a garota, que toda envergonhada e com um sorriso nos olhos, pegou e abriu. Dentro havia um par de alianças.
Eduardo já incomodado com toda aquela história, e a música que parecia que já tocava há uma eternidade, virou-se para tomar ciência do que estava acontecendo, e se deparou com a cena chocante para seus olhos. Seu corpo tremia, o coração acelerou e sua face foi tomada pelo rubor da concentração do sangue. Era ela, a sua amada, a qual ele se arrependia até hoje de ter tomado tal decisão quando a abandonou, deixando-a sem nenhuma explicação. Helena ao perceber tudo o que acontecia bem embaixo do seu nariz, se retirou apressadamente da mesa, em direção à saída, forçando Eduardo a tomar a mesma atitude, que desviou o olhar de todo o público para eles enquanto saiam drástica e rapidamente do estabelecimento.
Helena pôs-se aos prantos na calçada, sentada a sarjeta ela vestia um lindo vestido verde esmeralda que modelava seu corpo magro e jovial encurvado. Eduardo sentou-se a seu lado e não tinha reação, apenas tentou aproximar-se porém levando um grande empurrão da namorada, que falava freneticamente para que ele se afastasse, culpando-o por toda a situação, dizendo que ela pediu para que ficassem em casa, mas ele simplesmente não lhe dava ouvidos, dizendo que sabia que ele não se sentia bem e feliz em sua companhia, que ela não era o suficiente e que havia se chateado por ele recusar o convite do filme em sua casa. Com toda aquela situação ele simplesmente não sabia o que fazer, voltou ao bar e pagou a conta rapidamente e fazendo a garota entrar no carro, seguiram para casa.
Aquela noite já fora um grande tormento, tudo o que eles precisavam era de privacidade para ter aquela longa conversa que ele já esperava ter há algum tempo. Ela estava com os nervos a flor da pele, sabia que o amor que sentia por ele não era recíproco. Conversaram por horas e horas a fio, ela insistindo que ainda poderiam dar certo, que ela iria melhorar e que ele superaria tudo isso, mas ele continuava firme com suas palavras:
-Não dá mais, não posso mentir, você não merece passar por isso mais, já é de se notar que nós não nos damos muito bem juntos, não dá para continuar nessa situação.
-Eu quero tanto você, é tudo o que queria para minha vida, estar com você todos os dias, mesmo que matando o tempo sem fazer nada juntos. Mesmo estando farta de não ter respostas para meu “Eu te amo”, eu acredito que eu possa mudar, e me aprimorar, sei que sou birrenta e não te dou muita atenção e que tudo isso nos levou onde estamos hoje. Acredite em mim, por favor? Só não me deixe sozinha. Sei que você não tem certeza do que sente, mas fica comigo, acredite em mim, que eu posso ser melhor para você, que eu posso ser o suficiente.
-Eu acredito em você, sério, só não acredito mais em nós. Não dá para continuar assim. Está estampado na nossa cara que estamos empurrando isso com a barriga, Deus sabe o quanto eu tenho pedido para que isso desse certo, o sacrifício que tenho feito para fazer isso dar certo. Mas você me abandonou todas as vezes em que eu te convidava para sair comigo, você simplesmente ia embora e me deixava, me deixava sem explicação, depois pedia desculpas e dizia que mudaria, eu comecei a me sentir sozinho, deixado de lado, eu tentava acreditar que era bobagem da minha cabeça mas não era, você ia embora e mesmo que se sentisse culpada depois, continuava fazendo tudo do mesmo jeito. Eu cansei de falar sobre isso com você. Simplesmente não dá mais, agora eu sei como ela se sentiu quando eu a deixei... –ele parou, respirou, tentou voltar as palavras para dentro da boca mas não havia como. Sentando-se na beirada da cama, as lágrimas escorriam pelo seu rosto–. Você sabe que eu não posso mais continuar com isso.
-Então é esse o motivo? Você ainda pensa nela? É por isso que todo esse tempo você tem ficado comigo mas sua cabeça parecia tão ausente? Eu simplesmente sinto muito por você, agora eu realmente vejo que não há mais o que se fazer, realmente agora eu aceito o fim de tudo isso. Nós não temos jeito, talvez tenhamos sido apenas uma experiência de vida um para o outro, mas nossos destinos não se pertencem, não se cruzam lá na frente. E acho que nunca se cruzaram. Nós é que fomos burros o suficiente para tentar isso de diversas maneiras mesmo quando tudo conspirava contra nós. É, isso é um basta.
Ela agora se dirigia para a porta do quarto, quando Eduardo ofereceu uma carona para ela até em casa.
-Não, obrigada, eu chamo um táxi, não acho que eu vá aguentar ficar perto de você por mais alguns minutos, não sabendo que o amor que eu tanto sinto por você, você sente em dobro por ela.
Ela saiu deixando lágrimas por onde passava. Ele se sentou no chão do quarto, encostando-se na parede, e observando as lágrimas de Helena no seu carpete, misturando-se com as dele.
O mais difícil de admitir, era que havia tirado um peso de suas costas quando proferiu tais palavras que machucaram tanto o coração daquela garota, sentia-se mais leve, mais livre da culpa, mas também sentia-se muito frio por estar aliviado mesmo tendo quebrado o coração da jovem com tamanha crueldade.
O que ainda o atormentava era a imagem de sua verdadeira amada, agora mais do que nunca, era a imagem do casal no bar, felizes e sorridentes. Era mais um momento que chegara para se acomodar nos confins de sua mente como uma lembrança que se tornaria mais um de seus pesadelos diários.


        AlexandreBarros, 8/12/2012. 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

De acordo com a mitologia grega, os seres humanos foram criados originalmente com quatro pernas, quatro braços e com duas faces. Temendo o seu poder, Zeus os separou, condenando-os a gastar suas vidas em busca de sua outra metade.

segunda-feira, 14 de março de 2011

O amor dentro de nós parece uma criança, as vezes tem manha, as vezes tem dengo.
Uma criança, que sabe chorar quando se sente triste, que sabe sorrir dependendo do momento.
O amor,
Ah que lindo nome!
Uma palavra pequena, mas com um significado imenso.
Alguém ai sabe me dizer o que é amar?
Com certeza cada um vai ter uma história para contar.
A minha história já começou! É. Você faz parte dela! .-.
Espero que nossa história seja longa e que o fim esteja há bilhões de galáxias de distância!
Construo minha história de amor com você, a cada dia que passa!
Nessa história, é claro que nós somos os principais personagens.
Que vivemos nossas aventuras juntos pela primeira vez! *-*
E é tudo tão maravilhoso, porque você se torna especial a cada dia que passa.
Sem você minha, ou melhor, NOSSA história não teria mais graça.
Pelo menos não ao meu ponto de vista!
Pois nessa história que eu crio dia a dia você é a pessoa mais importante que participa, atua, faz a diferença, e da emoção. Fazendo tudo parecer Mágica!
É, NOSSA história que eu crio dia a dia é demais. Espero que você esteja gostando e participe sempre, ousando, dizendo, ouvindo, amando, fazendo tudo melhor como sempre faz do seu jeito, que eu amo tanto!